Entenda a relação entre economia compartilhada e o mercado imobiliário!

Entenda a relação entre economia compartilhada e o mercado imobiliário!

Você já considerou repensar as formas de consumo e dividir seus bens com os vizinhos? Isso é possível, se chama economia compartilhada e o mercado imobiliário está apostando nessa tendência. O modelo consiste no compartilhamento de espaços, mas também existe a possibilidade de dividir carros, motos e outros bens.

No setor imobiliário se percebe uma movimentação maior, assim como a procura do público por residenciais que contam com a economia compartilhada. As vantagens de apostar nesse modelo são diversas, como economia e até mesmo a aproximação entre pessoas. De modo geral, todos compartilham e se beneficiam da mesma forma.

Tem curiosidade em saber mais sobre como funciona a economia compartilhada e o que você ganha com ela? Acompanhe o post e descubra!

Como a economia compartilhada funciona na prática?

Muito antes de surgir a vida moderna, em que a individualidade foi evidenciada, o compartilhamento era muito forte. Provavelmente nossos antepassados não teriam sobrevivido sem dividir seus pertences, mas atualmente isso mudou bastante.

No entanto, a economia compartilhada vem crescendo e retomando essas raízes. Tanto bens como serviços são partilhados temporariamente e de forma igual pelas pessoas que adotam esse modelo.

Vamos para um exemplo: você quer comprar uma bicicleta nova, mas sabe que usará apenas por uma hora no período da noite. Então, para que investir um valor alto em um objeto que passará a maior parte do tempo sem uso? Por que não dividir o custo com outras pessoas e, assim, todos usufruírem da bicicleta e ainda pagarem um valor menor?

A ideia de compartilhamento é benéfica para unir interesses comuns e aproveitar melhor os itens que muitas vezes são individualizados. Em tempos de consumo desenfreado e instabilidade econômica, reduzir despesas e diminuir custos partilhando bens e serviços se mostra como ótima saída.

Qual a sua relação com o mercado imobiliário?

O setor imobiliário notou como essa tendência veio para modificar o mercado, criando novas demandas de consumo. Com pessoas mais conscientes e em busca de áreas e bens compartilhados, as imobiliárias buscam maneiras inovadores de atender esse público mais exigente. Estados Unidos e países europeus já são adeptos dos modelos de compartilhamento, e isso rende bons frutos.

A previsão dessa tendência no mercado imobiliário é tão forte que a consultoria PwC estima que a economia compartilhada movimentará até 335 bilhões de dólares até 2025. Ou seja, esse crescimento mostra que cada vez será mais comum encontrar condomínios que contam com espaços coletivos para seus moradores.

Essa é uma forma inteligente de consumo e, com mais pessoas aderindo, a demanda aumenta. Opções compartilhadas, por terem bons resultados, também valorizam mais os imóveis.

Por que considerar a escolha compartilhada?

Integrar espaços e ressignificar o conceito de comunidade são apenas algumas das vantagens de aderir à economia compartilhada. Os resultados dessa iniciativa são percebidos por todos os envolvidos, visto que passam a ter acesso fácil a espaços e objetos que atendem suas necessidades. Em um condomínio que conta com a economia compartilhada, é possível ganhar muitos benefícios por meio do consumo colaborativo. Confira!

Custos menores

Essa é, sem dúvidas, uma das principais características quando se fala em economia compartilhada. Quanto mais pessoas partilham do mesmo espaço ou item, a tendência é que os gastos sejam cada vez menores, uma vez que o valor é dividido entre todos. Dessa maneira, é possível usufruir de benefícios que talvez não seriam possíveis para algumas pessoas, caso tivessem que arcar sozinhas.

Um exemplo disso são condomínios com determinadas comodidades, entre elas diversas áreas de lazer. Para muitos isso seria um luxo, mas dividindo os custos essas conveniências se tornam muito mais acessíveis. Assim, os moradores alocam seus recursos de forma sábia e ainda aumentam a sua qualidade de vida.

Redução de burocracia

A parte burocrática é sempre desmotivadora em uma série de situações. Contudo, na economia compartilhada não existe apenas uma pessoa responsável pelos processos, todos têm responsabilidades iguais. Portanto, o compartilhamento vai muito além de apenas partilhar os lugares e objetos. Aquela parte mais chata das burocracias é reduzida e, nesse sentido, fica mais fácil aproveitar as funcionalidades.

Personalização

O poder de escolha ainda é muito válido na economia compartilhada. É possível optar por alguns serviços do seu interesse e não utilizar outros, tudo depende das preferências de cada morador. Qualquer pessoa pode aderir ou não ao compartilhamento, decidindo o que precisa de acordo com suas necessidades.

Sustentabilidade

Não é novidade para ninguém os impactos positivos que se tem ao compartilhar bens e serviços. Além de vantagens financeiras, a questão ambiental também é um ponto muito importante para abraçar a economia compartilhada. Opções mais sustentáveis muitas vezes estão entre os critérios dos moradores para adquirir um imóvel.

Imagine a quantidade de lixo e de materiais descartados que seria produzida se cada pessoa tivesse itens individuais que poderiam estar sendo partilhados, como o caso da bicicleta. Nesse contexto, a sustentabilidade gera benefícios a médio e longo prazo para todos os envolvidos. Além, é claro, de preservar o meio ambiente e reduzir os impactos ambientais.

Facilidade de acesso

As áreas comuns são facilmente acessadas pelos moradores, que podem aproveitar espaços como bicicletário e lavanderia coletiva, por exemplo. Em vez de investir em uma máquina de lavar que será utilizada apenas algumas vezes no mês, você pode compartilhar com outros moradores e ter o mesmo conforto. Além disso, há condomínios que oferecem uma grande gama de comodidades, como:

  • brinquedoteca;
  • salão de jogos;
  • salas de reuniões;
  • espaços de coworking;
  • academia;
  • salão de festas;
  • piscina.

Esses são empreendimentos vantajosos que oferecem extensas possibilidades para seus moradores. A organização é um dos princípios para que nada saia do controle e todos possam desfrutar dos espaços, o que melhora ainda mais a experiência coletiva.

A economia compartilhada e o mercado imobiliário mostram que esse modelo se consolida como uma nova maneira de viver. O coletivo ganha espaço e o setor imobiliário percebe esse movimento. Assim, as imobiliárias apostam no compartilhamento como um caminho mais seguro, já que essa tendência veio para ficar.

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